<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" >
   <channel>
    <atom:link href="http://bioloukos.webnode.com/rss/novidades.xml" rel="self" type="application/rss+xml" />
      <title><![CDATA[Novidades - ]]></title>
      <link>http://bioloukos.webnode.com</link>
      <language>pt</language>
      <pubDate>Wed, 22 Feb 2012 22:35:00 +0100</pubDate>
      <lastBuildDate>Wed, 22 Feb 2012 22:35:00 +0100</lastBuildDate>
      <category><![CDATA[Novidades]]></category>
      <docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>
      <generator>Rubicus v2.0</generator>
      <managingEditor><![CDATA[fabiobioloukos@hotmail.com (Fabio A.s)]]></managingEditor>
      <webMaster><![CDATA[fabiobioloukos@hotmail.com (Fabio A.s)]]></webMaster>
      <item>
         <title><![CDATA[Reservas naturais itinerantes podem salvar espécies marinhas de extinção, diz estudo]]></title>
         <link>http://bioloukos.webnode.com/news/reservas%20naturais%20itinerantes%20podem%20salvar%20especies%20marinhas%20de%20extin%c3%a7%c3%a3o%2c%20diz%20estudo/</link>
         <description><![CDATA[
	
		
			
				
				
					Tartarugas marinhas estão entre criaturas que se movimentam nos oceanos
			
		
		
			Cientistas americanos afirmam que as áreas de preservação dos oceanos, onde caça e pesca não são permitidas, precisam ser móveis para proteger as espécies marinhas.
		
			A ideia de que apenas áreas fixas de preservação no oceano podem ser criadas está ultrapassada e não reflete o comportamento dinâmico de algumas criaturas marinhas, segundo os cientistas da Universidade de Stanford,...<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></description>
         <pubDate>Wed, 22 Feb 2012 22:35:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://bioloukos.webnode.com/news/reservas%20naturais%20itinerantes%20podem%20salvar%20especies%20marinhas%20de%20extin%c3%a7%c3%a3o%2c%20diz%20estudo/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<div class="g-container story-body">
	<div class="bodytext">
		<div class="module ">
			<div class="image img-w304">
				<img alt="Tartaruga marinha fotografada na Austrália (Mark Kolbe/Getty)" height="171" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2012/02/20/120220093853_turtle304.jpg" width="304" />
				<p class="caption">
					Tartarugas marinhas estão entre criaturas que se movimentam nos oceanos</p>
			</div>
		</div>
		<p class="ingress">
			Cientistas americanos afirmam que as áreas de preservação dos oceanos, onde caça e pesca não são permitidas, precisam ser móveis para proteger as espécies marinhas.</p>
		<p>
			A ideia de que apenas áreas fixas de preservação no oceano podem ser criadas está ultrapassada e não reflete o comportamento dinâmico de algumas criaturas marinhas, segundo os cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.</p>
		<p>
			"Menos de 1% do oceano está protegido atualmente e estes parques marinhos tendem a ser determinados ao redor de objetos que ficam parados, como recifes de coral ou montanhas marinhas", disse o professor Larry Crowder, diretor científico do Centro para Soluções Oceânicas da Universidade de Stanford.</p>
		<p>
			"Mas, estudos com rastreamento mostraram que muitos organismos, peixes, mamíferos marinhos, tartarugas marinhas, aves marinhas e tubarões, respondem a traços oceanográficos que não têm um ponto fixo", acrescentou.</p>
		<p>
			"Estes são caminhos e correntes que se movem com as estações, do verão ao inverno, de ano a ano, baseados em mudanças climáticas oceanográficas como o El Niño."</p>
		<p>
			Crowder e outros cientistas marinhos afirmam que o desafio agora é tentar determinar um sistema de reservas marinhas que seja tão dinâmico como as criaturas que se tenta proteger.</p>
		<h2>
			Luta para conservação</h2>
		<p>
			Pesquisas mostraram como as espécies marinhas respondem a correntes e caminhos nas águas e como as criaturas seguem os nutrientes e as redes alimentares que são levadas por estes eventos pelo oceano. Estes eventos do oceano são móveis, mudam de posição.</p>
		<p>
			E, para Crowder, as reservas marinhas do futuro precisam refletir estas características.</p>
		<p>
			A implementação de áreas marinhas protegidas tem sido uma luta para os conservacionistas e muitos dos envolvidos poderão hesitar diante da ideia de termos reservas definidas por outros fatores que não sejam coordenados em mapas marinhos.</p>
		<p>
			Mas, Crowder afirma que esta nova proposta é realista.</p>
		<p>
			"Além de saber onde os animais estão indo e como eles respondem às características oceânicas, também sabemos muito mais sobre onde os pescadores estão. Os pescadores têm um GPS muito preciso. Então não acho que está fora das possibilidades fazer com que os pescadores obedeçam à fronteira de uma reserva móvel", afirmou.</p>
		<h2>
			Sensores múltiplos</h2>
		<p>
			A nova proposta foi apresentada pelos cientistas americanos na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Vancouver, Canadá.</p>
		<p>
			Segundo os cientistas, o enorme volume de dados levantados com o rastreamento de criaturas marinhas levou à conclusão de que as reservas marinhas precisam ser itinerantes.</p>
		<p>
			Os dispositivos colocados nos animais estão cada vez mais sofisticados e podem ser colocados em muitas espécies.</p>
		<p>
			Além disso, muitas das inovações que melhoraram o desempenho e as funções de telefones celulares estão sendo incorporados aos últimos modelos de dispositivos de rastreamento.</p>
		<p>
			Estes dispositivos não registram apenas os locais onde os animais vão, mas também fornecem dados sobre o estado dos oceanos.</p>
		<p>
			"Agora podemos colocar sensores múltiplos em um único dispositivo e quando você pode melhorar (o desempenho) da bateria com algo como um painel de energia solar, você consegue esta oportunidade incrível de ver o que um animal está fazendo em dimensões múltiplas e por longos períodos de tempo", afirmou a pesquisadora do US Geological Survey, Kristin Hart, que mostrou na reunião alguns dos menores dispositivos de rastreamento usados.</p>
		<p>
			"O tamanho é importante, particularmente quando você quer responder questões a respeito de (animais) jovens ou indivíduos que se movem muito rapidamente como o atum - você não quer sobrecarregar o animal com algo grande e desajeitado, ou você vai afetar o comportamento dele", acrescentou.</p>
	</div>
</div>
<p>
	Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/02/120220_reservas_marinhas_fn.shtml</p>
<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Brinque o Carnaval de forma Sustentável]]></title>
         <link>http://bioloukos.webnode.com/news/brinque-o-carnaval-de-forma-sustentavel/</link>
         <description><![CDATA[
	Começa hoje a maior festa popular do Brasil e em todo o país as pessoas saem às ruas e se preparam para muitos dias de folia e diversão. Mas não é porque estamos no carnaval que vamos deixar de agir com consciência e respeito ao meio ambiente. Durante os dias de festa nós daremos dicas de como curtir seu carnaval sem abrir mão da saúde, segurança e sustentabilidade.&nbsp;

	Produza menos lixo

	Para você ter uma idéia de como o carnaval produz lixo adicional ao usual, só na cidade de Salvador...<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></description>
         <pubDate>Thu, 16 Feb 2012 10:43:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://bioloukos.webnode.com/news/brinque-o-carnaval-de-forma-sustentavel/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>
	<span id="texto">Começa hoje a maior festa popular do Brasil e em todo o país as pessoas saem às ruas e se preparam para muitos dias de folia e diversão. Mas não é porque estamos no carnaval que vamos deixar de agir com consciência e respeito ao meio ambiente. Durante os dias de festa nós daremos dicas de como curtir seu carnaval sem abrir mão da saúde, segurança e sustentabilidade.&nbsp;</span></p>
<p>
	<span id="texto"><strong>Produza menos lixo</strong></span></p>
<p>
	<span id="texto">Para você ter uma idéia de como o carnaval produz lixo adicional ao usual, só na cidade de Salvador são recolhidas 1.500 toneladas a mais de lixo durante os seis dias de festas. Além de piorar a situação dos aterros sanitários, isso gera um alto custo extra de coleta para as prefeituras, pago com recursos públicos que poderiam ser investidos, por exemplo, para maior segurança no próximo carnaval.</span></p>
<p>
	<span id="texto"><strong>Jogue o lixo no lixo</strong></span></p>
<p>
	<span id="texto">No carnaval, o lixo acumulado nas ruas entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Portanto, no carnaval, mais do que nunca, jogue o lixo exclusivamente no lixo.</span></p>
<p>
	<span id="texto"><strong>Gaste menos combustível</strong></span></p>
<p>
	<span id="texto">Prefira transportes com menor consumo de combustível fóssil, o principal responsável pelo aquecimento global. Entre o avião e o carro, prefira o carro. Entre o carro e o ônibus, fique com o último. E aproveite os dias livres para andar de bicicleta e a pé.</span></p>
<p>
	<span id="texto">Na hora de ir para os circuitos da folia experimente ir de ônibus ou de carona. Além de ser mais sustentável, você não precisa se preocupar com estacionamento nem com a segurança do veículo, e ainda pode tomar a sua cervejinha sem medo do bafômetro.</span></p>
<p>
	<span id="texto">Fonte: <a href="http://www.akatu.net/" target="_blank">Instituto Akatu</a></span></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<img alt="http://inforeciclagem.com/home/wp-content/uploads/carnaval_mascara1.png" src="http://inforeciclagem.com/home/wp-content/uploads/carnaval_mascara1.png" /></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Empresa americana cria fogão portátil ecológico que recarrega aparelhos.]]></title>
         <link>http://bioloukos.webnode.com/news/empresa%20americana%20cria%20fog%c3%a3o%20portatil%20ecologico%20que%20recarrega%20aparelhos-/</link>
         <description><![CDATA[
	
	&nbsp;

	
	O fogão utiliza apenas galhos para produzir energia/Foto:Divulgação

	A empresa americana BioLite, pensando naqueles que gostam de acampar em lugares remotos, criou um fogão para camping ecológico que não precisa de nenhum tipo de gás ou combustível e que ainda é capaz de recarregar a bateria de dispositivos móveis.

	Chamado de CampStove, o fogão utiliza apenas os galhos, que podem ser facilmente encontrados na natureza, para produzir energia. Ele permite que os usuários...<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></description>
         <pubDate>Tue, 14 Feb 2012 11:32:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://bioloukos.webnode.com/news/empresa%20americana%20cria%20fog%c3%a3o%20portatil%20ecologico%20que%20recarrega%20aparelhos-/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<div style="overflow: hidden; color: rgb(0, 0, 0); background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: left; text-decoration: none; border: medium none;">
	<br />
	&nbsp;</div>
<p style="text-align: center; ">
	<span id="texto"><img alt="fogao-sustentavel.jpg" height="260" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/fevereiro/empresa-americana-cria-fogao-portatil-ecologico/images/fogao-sustentavel.jpg" width="425" /><br />
	<span class="discreet"><em>O fogão utiliza apenas galhos para produzir energia/Foto:<a href="http://www.biolitestove.com/CampStove.html" target="_blank">Divulgação</a></em></span></span></p>
<p>
	<span id="texto">A empresa americana <a href="http://www.biolitestove.com/CampStove.html" target="_blank">BioLite</a>, pensando naqueles que gostam de acampar em lugares remotos, criou um fogão para camping ecológico que não precisa de nenhum tipo de gás ou combustível e que ainda é capaz de recarregar a bateria de dispositivos móveis.</span></p>
<p>
	<span id="texto">Chamado de <strong>CampStove</strong>, o fogão utiliza apenas os galhos, que podem ser facilmente encontrados na natureza, para produzir energia. Ele permite que os usuários cozinhem sua refeição de forma limpa e ecológica enquanto recarregam seus aparelhos móveis como smartphones e tablets.</span></p>
<p>
	<span id="texto">“Os fogões BioLite resolvem o problema da falta de bateria para os dispositivos móveis com a conversão de uma fração da energia térmica do fogo em eletricidade. A eletricidade excedente é disponibilizada aos usuários para recarregarem dispositivos eletrônicos como celulares, luzes de LED, GPS entre outros”, afirmou a empresa.</span></p>
<p>
	<span id="texto">Para recarregar os aparelhos basta o usuário conectar seu dispositivo móvel ao fogão através de uma conexão USB.</span></p>
<p>
	<span id="texto">Segundo a empresa, o fogão não é só para acampar. Ele também pode ser útil em lugares que sofreram com desastres naturais.</span></p>
<p>
	<span id="texto">O BioLite CampStove estará disponível no mercado no próximo verão nos Estados Unidos e custará US$ 129 (R$220)</span></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2012/fevereiro/empresa-americana-cria-fogao-portatil-ecologico</p>
<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Cientistas encontram crustáceos 'gigantes' na Nova Zelândia]]></title>
         <link>http://bioloukos.webnode.com/news/cientistas%20encontram%20crustaceos%20%27gigantes%27%20na%20nova%20zel%c3%a2ndia/</link>
         <description><![CDATA[
	
		
			
				
				
					Crustáceo capturado por cientistas chegava a 28 centímetros (Foto: Oceanlab)
			
		
		
			Equipes de cientistas da Escócia e da Nova Zelândia encontraram um crustáceo gigante em um fosso submarino a sete quilômetros de profundidade.
		
			A criatura, batizada de supergigante, é um tipo de anfípode, animais que geralmente têm cerca de dois ou três centímetros de comprimento.
		
			Mas, o crustáceo encontrado na Fossa de Kermadec, na costa da Nova Zelândia, é mais de dez...<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></description>
         <pubDate>Mon, 13 Feb 2012 10:16:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://bioloukos.webnode.com/news/cientistas%20encontram%20crustaceos%20%27gigantes%27%20na%20nova%20zel%c3%a2ndia/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<div class="g-container story-body">
	<div class="bodytext">
		<div class="module ">
			<div class="image img-w512">
				<img alt="O crustáceo 'supergigante' capturado pelos cientistas (Foto: Oceanlab)" height="288" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2012/02/02/120202134710_super512.jpg" width="512" />
				<p class="caption">
					Crustáceo capturado por cientistas chegava a 28 centímetros (Foto: Oceanlab)</p>
			</div>
		</div>
		<p class="ingress">
			Equipes de cientistas da Escócia e da Nova Zelândia encontraram um crustáceo gigante em um fosso submarino a sete quilômetros de profundidade.</p>
		<p>
			A criatura, batizada de supergigante, é um tipo de anfípode, animais que geralmente têm cerca de dois ou três centímetros de comprimento.</p>
		<p>
			Mas, o crustáceo encontrado na Fossa de Kermadec, na costa da Nova Zelândia, é mais de dez vezes maior do que isto. O maior exemplar descoberto pelos cientistas chegou a 34 centímetros.</p>
		<p>
			"Eu parei e pensei: 'o que é isto?'. Este anfípode é muito maior do que eu pensei ser possível", disse Alan Jamieson, do Oceanlab, da Universidade de Aberdeen, Escócia.</p>
		<p>
			Os anfípodes, criaturas pequenas e ativas, vivem em grandes grupos no fundo dos oceanos, em fossas e vales que podem alcançar até 11 quilômetros de profundidade.</p>
		<p>
			As criaturas foram encontradas pelos cientistas com a ajuda de uma grande armadilha de metal, equipada com uma câmera e protegida por um vidro de safira para evitar que o equipamento seja danificado pela alta pressão destas profundidades.</p>
		<p>
			Ao todo, os cientistas da Universidade de Aberdeen e do Instituto Nacional de Pesquisa Aquática e Atmosférica da Nova Zelândia (Niwa, na sigla em inglês) conseguiram capturar sete espécies na armadilha e nove foram filmadas pela câmera no dispositivo.</p>
		<p>
			Além do crustáceo de 34 centímetros observado, o maior exemplar que os cientistas conseguiram trazer para o navio media 28 centímetros de comprimento.</p>
		<h2>
			Origem</h2>
		<p>
			O nome "supergigante" foi mencionado pela primeira vez depois que grandes espécies de anfípodes foram encontradas na década de 1980 na costa do Havaí.</p>
		<p>
			Desde então, estas criaturas foram encontradas também na Antártida, onde alcançaram dez centímetros. Mas a última descoberta na Nova Zelândia superou as expectativas.</p>
		<p>
			"Só mostra que, quanto mais você procurar, mais você vai encontrar", disse Ashley Rowan, do Niwa.</p>
		<p>
			"Para um animal tão grande, é notável passar despercebido por tanto tempo. É apenas uma amostra do quanto sabemos sobre a vida no habitat mais profundo e único da Nova Zelândia", acrescentou.</p>
		<p>
			Nos últimos anos, cientistas se surpreenderam com as espécies descobertas nestas fossas submarinas.</p>
		<p>
			Pesquisadores imaginavam que estes pontos de grande profundidade não tinham vida por serem escuros demais, frios e onde a pressão é alta demais para a sobrevivência.</p>
		<p>
			Mas, os cientistas encontraram uma grande variedade de criatura nestes locais. Além de muitos anfípodes, eles também encontraram criaturas semelhantes a camarões e outras espécies que conseguem viver até 7,7 mil metros abaixo da superfície.</p>
	</div>
</div>
<p>
	Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/02/120202_crustaceo_supergigante_fn.shtml</p>
<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Proliferação de pítons leva a declínio de mamíferos em Parque Natural na Flórida, diz estudo]]></title>
         <link>http://bioloukos.webnode.com/news/prolifera%c3%a7%c3%a3o%20de%20pitons%20leva%20a%20declinio%20de%20mamiferos%20em%20parque%20natural%20na%20florida%2c%20diz%20estudo/</link>
         <description><![CDATA[
	
		
			
				
				
					Uma grande píton pode devorar um crocodilo - às vezes, com prejuízo para ambos
			
		
		
			Um estudo feito por pesquisadores americanos relacionou o declínio agudo da população de mamíferos no Parque Nacional de Everglades, na Flórida, ao aumento da população de pítons (Python molurus bivittatus) no sul do estado.
		
			Pítons, ou grandes serpentes constritoras que podem chegar a quase 6 metros de comprimento, originalmente mantidas como bichos de estimação, são...<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></description>
         <pubDate>Mon, 13 Feb 2012 10:12:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://bioloukos.webnode.com/news/prolifera%c3%a7%c3%a3o%20de%20pitons%20leva%20a%20declinio%20de%20mamiferos%20em%20parque%20natural%20na%20florida%2c%20diz%20estudo/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<div class="g-container story-body">
	<div class="bodytext">
		<div class="module ">
			<div class="image img-w304">
				<img alt="Píton devora crocodilo (Foto: AP)" height="171" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2012/01/31/120131095236_python_304x171_ap.jpg" width="304" />
				<p class="caption">
					Uma grande píton pode devorar um crocodilo - às vezes, com prejuízo para ambos</p>
			</div>
		</div>
		<p class="ingress">
			Um estudo feito por pesquisadores americanos relacionou o declínio agudo da população de mamíferos no Parque Nacional de Everglades, na Flórida, ao aumento da população de pítons (<i>Python molurus bivittatus</i>) no sul do estado.</p>
		<p>
			Pítons, ou grandes serpentes constritoras que podem chegar a quase 6 metros de comprimento, originalmente mantidas como bichos de estimação, são considerados uma espécie invasora, ou seja, não nativa da região.</p>
		<p>
			Segundo a equipe coordenada pelo biólogo Michael Dorcas, do Davidson College na Carolina do Norte, a observação de mamíferos declinou até 99% entre antes e depois da proliferação dessas serpentes.</p>
		<p>
			"Pítons aumentaram dramaticamente tanto em abundância quanto em ocorrência geográfica desde 2000 e consomem uma grande variedade de mamíferos e pássaros", explicam os autores, no estudo publicado na revista científica <i>Proceedings of the Nacional Academy of Sciences</i>.</p>
		<p>
			"Registramos um aparente declínio agudo em populações mamíferas que coincide temporal e geograficamente com a proliferação de pítons."</p>
		<p>
			Antes de 2000, pequenos mamíferos eram encontrados com frequência nas observações tanto diurnas quanto noturnas. A equipe comparou observações de animais vivos ou mortos na estrada em pesquisas feitas entre 1993-1999 e 1996-1997.</p>
		<p>
			Comparadas àquelas, em um percurso totalizando quase 57 mil quilômetros entre 2003 e 2011, as observações de racuns (semelhantes aos guaxinins) caíram 99,3%, as de um tipo de marsupial local parecido com um gambá (possum), 98,9%, e as de linces, 87,5%.</p>
		<p>
			Mesmo as observações de mamíferos maiores, como o veado-de-cauda-branca, também caíram: 94,1%.</p>
		<p>
			Além disso, os pesquisadores não encontraram nem raposas nem coelhos, estes últimos os mamíferos mais comuns entre 1993 e 1999.</p>
		<h2>
			Proliferação</h2>
		<p>
			O declínio de mamíferos é menor nas áreas onde os pítons só foram introduzidos recentemente, notaram os cientistas.</p>
		<div class="module ">
			<div class="image img-w304">
				<img alt="O parque nacional de Everglades, na Flórida (Foto: Getty Images)" height="171" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2012/01/31/120131095341_everglades.jpg" width="304" />
				<p class="caption">
					Os pântanos do parque Nacional de Everglades, na Flórida</p>
			</div>
		</div>
		<p>
			Não há estatísticas precisas de quantos pítons existem nos pântanos de Everglades, um parque nacional que já é um quarto do seu tamanho original, tanto foi a área secada ao longo dos anos para uso humano.</p>
		<p>
			Em 2009, o número de pítons chegou a quase 400, e a falta de predadores naturais destas serpentes tem feito o número se multiplicar.</p>
		<p>
			"Em qualquer população de serpentes, o que se vê é apenas uma fração de quantas elas são", disse à BBC Michael Dorcas.</p>
		<p>
			"Em Everglades, os pítons são um predador novo – que não devia existir aí. Já documentamos pítons comendo crocodilos, e crocodilos comendo pítons. Depende de quem for maior no encontro."</p>
		<p>
			Para Dorcas, "não é descabido assumir que um grande declínio em mamíferos, como esse, seja sempre acompanhado de impactos ambientais".</p>
		<p>
			"Exatamente quais serão estes impactos, não sabemos. Mas é possível que sejam profundos."</p>
	</div>
</div>
<p>
	Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/01/120131_piton_mamiferos_pu.shtml</p>
<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Descaso com nascentes e rios ameaça o Pantanal]]></title>
         <link>http://bioloukos.webnode.com/news/descaso%20com%20nascentes%20e%20rios%20amea%c3%a7a%20o%20pantanal/</link>
         <description><![CDATA[
	Estudo inédito englobando Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina aponta áreas que precisam de mais atenção para garantir a sobrevivência da maior planície alagável do planeta, de populações e de economias&nbsp;

	﻿
	A conservação da Bacia do rio Paraguai1 e a sobrevivência do Pantanal estão ameaçadas, principalmente pela degradação de nascentes e barramento de rios que fluem de áreas de planalto (Cerrado) para a planície pantaneira.
	
	Por isso, a inédita Análise de Risco Ecológico da Bacia do...<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></description>
         <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:07:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://bioloukos.webnode.com/news/descaso%20com%20nascentes%20e%20rios%20amea%c3%a7a%20o%20pantanal/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top: 5px; padding-right: 5px; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; display: inline !important; ">
	<a id="fck_paste_padding"><em>Estudo inédito englobando Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina aponta áreas que precisam de mais atenção para garantir a sobrevivência da maior planície alagável do planeta, de populações e de economias&nbsp;</em></a></div>
<p>
	<a id="fck_paste_padding">﻿</a><br />
	A conservação da Bacia do rio Paraguai<sup>1</sup> e a sobrevivência do Pantanal estão ameaçadas, principalmente pela degradação de nascentes e barramento de rios que fluem de áreas de planalto (Cerrado) para a planície pantaneira.<br />
	<br />
	Por isso, a inédita Análise de Risco Ecológico da Bacia do Rio Paraguai<sup>2</sup> é lançada junto ao Dia Mundial das Áreas Úmidas (2 de fevereiro), evidenciando que metade dda bacia pantaneira está sob alto e médio risco ambiental, e que 14% dela necessitam ser protegidos com urgência, por sua grande capacidade de fornecer água e manter os ciclos de cheias e vazantes que dão vida ao Pantanal.<br />
	<br />
	O estudo contou com mais de 30 especialistas dos quatro países e exigiu três anos de esforços, evidenciando também que essas áreas (em vermelho e amarelo no mapa) estão majoritariamente em porções elevadas nas bordas da bacia e são as maiores fornecedoras de água à planície, área que ainda apresenta boas condições ecológicas. “Conhecendo a “saúde” do Pantanal podemos nos antecipar a problemas futuros, como o das mudanças climáticas, mas a saúde pantaneira está ameaçada por ações em curso, no presente”, ressaltou Glauco Kimura, coordenador interino do Programa Água para a Vida do WWF-Brasil.<br />
	<br />
	As principais ameaças à Bacia do rio Paraguai são o desmatamento e o manejo inadequado de terras para agropecuária, causadores de erosões e sedimentação de rios, por exemplo. Barramentos hidrelétricos estão alterando o regime hídrico natural do Pantanal. O crescimento urbano e populacional é seguido por mais obras de infraestrutura, como rodovias, barragens, portos e hidrovias, colocando em risco o frágil equilíbrio ambiental pantaneiro.<br />
	<br />
	Essas ameaças interagem em conjunto ou isoladamente em cada região mais crítica analisada: cabeceiras e tributários no Cerrado e Bosque Chiquitano brasileiros; Mata Atlântica da Bacia do rio Paraguai; Eixo de Desenvolvimento Salta/Jujuy; e Puerto Suarez e vale do Tucavaca (Bolívia).<br />
	<br />
	Apenas 11% (ou 123.600 Km²) da bacia estão protegidos de alguma forma, e meros 5% (56.800 Km²) sob proteção integral, em parques nacionais ou estaduais e estações ecológicas. Além disso, as mais de 170 áreas protegidas não estão distribuídas de forma adequada para proteger as regiões que mais fornecem água, ou as mais ricas em biodiversidade.<br />
	<br />
	O estudo, realizado em parceria pelo WWF, The Nature Conservancy e Centro de Pesquisas do Pantanal, com apoio do HSBC e Caterpillar, é um forte alerta para que países, estados e municípios adotem uma agenda de redução de riscos e revertam modelos insustentáveis de desenvolvimento. Não há mais espaço para uma cultura de abundância e de desperdício, como se houvesse um estoque infinito de florestas nativas para derrubar, de água onde lançar poluentes e de terras para minerar.<br />
	<br />
	A Bacia do rio Paraguai e o Pantanal não devem ser protegidos apenas pelas incontáveis espécies de animais e plantas lá abrigados, pelas belezas e serviços ambientais3 que oferecem, mas também porque da saúde regional dependem mais de oito milhões de pessoas e economias hoje focadas em 30 milhões de cabeças de gado e quase 7 milhões de hectares plantados, área equivalente a um terço do estado de São Paulo.<br />
	<br />
	<strong>Recomendações -</strong> O Pantanal, além de ser um abrigo natural de espécies e mantenedor de populações e economias, também é uma preciosa reserva estratégica de água doce, ainda mais importante frente ao futuro incerto das mudanças climáticas.<br />
	<br />
	Logo, alterar modelos de desenvolvimento e criar mais áreas protegidas (públicas e privadas), especialmente em regiões de cabeceiras, são ações inteligentes e estratégicas para os quatro países responsáveis por sua manutenção, bem como desenvolver uma agenda de adaptação da bacia às alterações do clima.<br />
	<br />
	A pecuária extensiva precisa de maior apoio técnico e econômico para que melhores práticas cheguem aos produtores, como conservação de água e solo, manejo e recuperação de pastagens e integração lavoura-pecuária. “O plantio direto na palha é uma boa alternativa, porque protege o solo da chuva e dos ventos, mantendo-o mais rico e produtivo. Mesmo assim, persiste o uso extensivo de agrotóxicos em culturas como a da soja, venenos que chegam aos rios que abastecem o Pantanal”, comentou Kimura.<br />
	<br />
	Além da agropecuária, a bacia tem importantes áreas de mineração, destacando-se regiões andinas como a de Potosi (Bolívia), de extração de gás natural, na transição do Chaco para os Andes, de ouro e diamantes, no Mato Grosso, e ainda de ferro, manganês e calcário, no Mato Grosso do Sul.<br />
	<br />
	No caso de hidrelétricas em operação, o caminho é implantar esquemas de operação que mantenham os ciclos de cheias e vazantes de modo semelhante ao natural. Para barragens em planejamento, é necessário avaliar seus impactos cumulativos nos rios e na bacia, apontando quais áreas poderão ou não arcar com esses custos ambientais sem prejudicar o Pantanal.<br />
	<br />
	“Barramentos ameaçam a duração e a intensidade dos ciclos de cheias e vazantes, colocando em cheque a vida, economias e populações que dependem do equilíbrio ecológico do Pantanal. Reservatórios alteram a circulação de nutrientes as emissões de gases de efeito estufa, parâmetros que precisam ser mais bem dimensionados”, destacou Albano Araújo, coordenador da Estratégia de Água Doce do Programa de Conservação da Mata Atlântica e das Savanas Centrais da The Nature Conservancy.<br />
	<br />
	____________________________________________________________________________________<br />
	<br />
	1)&nbsp;&nbsp;&nbsp; O rio Paraguai nasce na região de Diamantino (MT) e percorre 2,6 mil quilômetros até encontrar o Rio Paraná, já em Corrientes (Argentina). Sua bacia cobre 1,2 milhão de quilômetros quadrados em quatro países, área com quase o tamanho do estado do Pará e altamente diversificada em termos de ecossistemas e de realidades socioeconômicas.<br />
	<br />
	2)&nbsp;&nbsp;&nbsp; A avaliação dos riscos ecológicos de uma bacia hidrográfica é essencial para se estimar sua capacidade de recuperação frente aos impactos esperados do aquecimento global, pois algumas ameaças poderão ganhar força em detrimento de outras. Além disso, ecossistemas naturais, atividades econômicas, cidades e pessoas, todos estão vulneráveis às mudanças climáticas eu maior ou menor grau. Esse estudo justamente visa compreender quais são os riscos atuais aos ecossistemas aquáticos da Bacia do Paraguai e como podemos nos preparar a um futuro de incertezas.<br />
	<br />
	3)&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Embrapa estimou (2008) em US$ 112 bilhões por ano os serviços ambientais prestados gratuitamente pelo Pantanal. Logo, vale muito mais manter a região preservada do que zoneá-la com agropecuária, cujo lucro estimado seria de apenas US$ 414 milhões anuais.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<div class="container col4 image aside">
	<div class="image-caption">
		<div class="container">
			<img alt="Unidades de conservação como o parque nacional da Chapada dos Guimarães são fundamentais para a sobrevivência do Pantanal" height="202" src="http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/_ama0811_copy_42978.jpg" title="Unidades de conservação como o parque nacional da Chapada dos Guimarães são fundamentais para a sobrevivência do Pantanal - © WWF-Brasil / Sérgio Amaral" width="304" /></div>
		<div class="meta">
			<span class="copyright">© WWF-Brasil / Sérgio Amaral</span></div>
	</div>
</div>
<div class="container col4 image aside">
	<div class="image-caption">
		<div class="container">
			<img alt="Áreas que mais contribuem com água para a Bacia do rio Paraguai" height="232" src="http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/figura_08_42972.jpg" title="Áreas que mais contribuem com água para a Bacia do rio Paraguai - © WWF-Brasil / LEP" width="304" /></div>
		<div class="meta">
			<span class="copyright">© WWF-Brasil / LEP</span></div>
	</div>
</div>
<div class="container col4 image aside">
	<div class="image-caption">
		<div class="container">
			<img alt="Áreas em maior risco na bacia precisam ser mais protegidas, urgentemente" height="213" src="http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/img/figura_24_42975.jpg" title="Áreas em maior risco na bacia precisam ser mais protegidas, urgentemente - © WWF-Brasil / LEP" width="304" /></div>
		<div class="meta">
			<span class="copyright">© WWF-Brasil / LEP</span></div>
	</div>
</div>
<div class="row">
	<div class="main-column">
		<div class="container col8 comments paged" id="commenting3467632">
			<div class="inner">
				<br />
				<div class="comment-list">
					&nbsp;</div>
			</div>
		</div>
	</div>
</div>
<p>
	&nbsp;</p>
<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Nova revista vai publicar pesquisas que falharam]]></title>
         <link>http://bioloukos.webnode.com/news/nova-revista-vai-publicar-pesquisas-que-falharam/</link>
         <description><![CDATA[
	

	&nbsp;

	Periódico batizado de "Revista de Errologia" vai ser editado por brasileiro.
	&nbsp;

	Um novo periódico científico, batizado de "Journal of Errorology" ("Revista de Errologia"), surgiu para contar a história de trabalhos que não seguiram o rumo esperado. O objetivo da publicação, de acordo com o editor, o biólogo brasileiro Eduardo Fox, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é discutir os furos de paradigma. "Conhecer um experimento que falhou ou teve um resultado...<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></description>
         <pubDate>Thu, 26 Jan 2012 18:38:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://bioloukos.webnode.com/news/nova-revista-vai-publicar-pesquisas-que-falharam/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
	<img alt="http://bioflukes.com/images/JoE.png" src="http://bioflukes.com/images/JoE.png" style="width: 437px; height: 65px;" /></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Periódico batizado de "Revista de Errologia" vai ser editado por brasileiro.</font><br />
	&nbsp;</p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Um novo periódico científico, batizado de "Journal of Errorology" ("Revista de Errologia"), surgiu para contar a história de trabalhos que não seguiram o rumo esperado. O objetivo da publicação, de acordo com o editor, o biólogo brasileiro Eduardo Fox, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é discutir os furos de paradigma. "Conhecer um experimento que falhou ou teve um resultado inesperado pode ser muito interessante para os cientistas", explicou Fox.</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&nbsp;</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">"É importante ter acesso às experiências que não funcionaram. Isso evita que outros cientistas cometam o mesmo erro", analisa o cienciometrista Rogério Meneghini. Ele é coordenador do Scielo, base que reúne 911 revistas científicas da América Latina.</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&nbsp;</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"><strong>Só se estiver certo - </strong>Hoje, a maioria dos periódicos científicos não publica informações de pesquisas que "falharam". O foco dos trabalhos são os resultados positivos. Esse padrão dos artigos científicos é, inclusive, ensinado em cursos de técnica de escrita feitos por editoras de periódicos e empresas especializadas na área.</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&nbsp;</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Algumas revistas até publicam resultados inesperados - mas desde que já tenham uma explicação lógica. "Estamos interessados em publicar situações em que os pesquisadores chegaram e que ainda não têm explicação científica", afirma Fox.</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&nbsp;</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">A ideia é promover a discussão dos cientistas-leitores na própria revista. "Essa situação inesperada aconteceu comigo. Tinha hipótese de que, ao silenciar um determinado gene [suprimir sua função], uma abelha operária pudesse se desenvolver numa abelha rainha", conta o biólogo da USP de Ribeirão Preto, Francis Nunes. "Mas meus dados mostraram que não houve tal modificação. Em termos científicos, tais episódios não são considerados erros. São uma rejeição de uma hipótese."</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&nbsp;</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">O "Journal of Errorology" está aberto para receber trabalhos de cientistas de todo o mundo pelo site <a href="http://bioflukes.com" target="_blank">bioflukes.com</a> .</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Mas, de acordo com o editor, o grupo responsável pela publicação - uma sociedade científica internacional chamada Souls (Society Of United Life Sciences) - estuda alternativas para selecionar os textos recebidos.</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&nbsp;</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Hoje, os periódicos científicos têm um comitê que analisa os trabalhos por meio de pares (conhecida como "peer-review"): são dois cientistas para cada artigo recebido. "Sabemos que esse sistema é falho e que muitos cientistas só aprovam o que lhes interessa", diz Fox. A ideia é que os cientistas que interagirem nas discussões on-line sobre os artigos atuem como uma espécie de "peer-review" externo.</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">&nbsp;</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">Outra novidade do "Journal of Errorology" é que ele será totalmente eletrônico. "As publicações eletrônicas concentram os cientistas mais jovens. Mas é um caminho sem volta para as revistas científicas", conclui Fox.</font></p>
<p>
	<font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2">(Folha de São Paulo) </font></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Fonte:<a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=80915" target="_blank">www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=80915</a></p>
<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Campanha do WWF 'esconde' espécies ameaçadas em floresta tropical]]></title>
         <link>http://bioloukos.webnode.com/news/campanha%20do%20wwf%20%27esconde%27%20especies%20amea%c3%a7adas%20em%20floresta%20tropical/</link>
         <description><![CDATA[
	
		
			
			
				
					Campanha da WWF espalhou cartazes no metrô de Paris (Imagem: Caters)
				
					
						Campanha da WWF espalhou cartazes no metrô de Paris (Imagem: Caters)
				
				Ampliar imagem
		
	


	A organização ambientalista WWF lançou uma nova campanha publicitária na França na qual animais de espécies ameaçadas aparecem camuflados em uma floresta tropical.

	O observador precisa encontrar os animais escondidos em meio à folhagem, como se fossem esculturas feitas com as...<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></description>
         <pubDate>Mon, 23 Jan 2012 17:06:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://bioloukos.webnode.com/news/campanha%20do%20wwf%20%27esconde%27%20especies%20amea%c3%a7adas%20em%20floresta%20tropical/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<div class="module ">
	<div class="box bx-enlargeimage i-w304 i-h171">
		<div class="content">
			<img alt="Campanha da WWF (Imagem: Caters)" height="171" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2012/01/12/120112160713_wwf1304.jpg" width="304" />
			<div class="body">
				<p class="caption">
					Campanha da WWF espalhou cartazes no metrô de Paris (Imagem: Caters)</p>
				<div>
					<p>
						Campanha da WWF espalhou cartazes no metrô de Paris (Imagem: Caters)</p>
				</div>
				<a class="cta" href="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2012/01/12/120112160614_wwwforiginal1.jpg?w=624"><span>Ampliar imagem</span></a></div>
		</div>
	</div>
</div>
<p class="ingress">
	A organização ambientalista WWF lançou uma nova campanha publicitária na França na qual animais de espécies ameaçadas aparecem camuflados em uma floresta tropical.</p>
<p>
	O observador precisa encontrar os animais escondidos em meio à folhagem, como se fossem esculturas feitas com as plantas.</p>
<div class="module inline-contextual-links">
	&nbsp;</div>
<p>
	Os animais camuflados na imagem são um elefante, um coala com um filhote nas costas, uma pantera, uma preguiça, um orangotango, um tigre, um tucano, um crocodilo, uma iguana, um chimpanzé, um papagaio, um javali e uma jiboia.</p>
<p>
	Eles foram escondidos de várias formas: um tronco de uma árvore pode ser um dos animais, uma folhagem com detalhes pode ser outro.</p>
<p>
	Os cartazes fazem parte de uma campanha da WWF que alerta para os danos causados pelo desmatamento e visa levar o público a refletir sobre o número de animais que podem ser extintos se o desmatamento continuar.</p>
<div class="module ">
	<div class="box bx-enlargeimage i-w304 i-h171">
		<div class="content">
			<img alt="Campanha da WWF (Imagem: Caters)" height="171" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2012/01/12/120112160713_wwf1304.jpg" width="304" />
			<div class="body">
				<p class="caption">
					Amplie a imagem para ver o cartaz com os animais indicados (Imagem: Caters)</p>
				<div>
					<p>
						Os contornos em vermelho mostram cada um dos animais camuflados na floresta (Imagem: Caters)</p>
				</div>
				<a class="cta" href="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2012/01/12/120112160611_wwforiginal2.jpg?w=624"><span>Ampliar imagem</span></a></div>
		</div>
	</div>
</div>
<p>
	As imagens foram espalhadas no sistema de metrô de Paris e também foram publicadas na revista Lonely Planet.</p>
<p>
	Uma das criadoras da campanha, Marine Garcia, da agência Marcel, afirmou que quatro artistas trabalharam meticulosamente no cartaz para tentar esconder os animais sem fazer com que seus contornos se perdessem totalmente, para que o público tivesse que se esforçar para vê-los.</p>
<p>
	"O objetivo deste cartaz é fazer com que as pessoas saibam que o desmatamento não mata apenas árvores, está matando a vida selvagem também. Os animais estão escondidos pois, em breve, podemos não vê-los mais", afirmou.</p>
<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Fungo que ataca nariz ameaça população de morcegos nos EUA ]]></title>
         <link>http://bioloukos.webnode.com/news/fungo%20que%20ataca%20nariz%20amea%c3%a7a%20popula%c3%a7%c3%a3o%20de%20morcegos%20nos%20eua%20/</link>
         <description><![CDATA[
	
		
			
				
					
				
					Nariz esbranquiçado mostra que morcego foi afetado pelo fungo (Foto: Ryan von Linden/NYDEC)
			
		
		
			Um fungo já tirou a vida de 5,7 milhões a 6,7 milhões de morcegos na América do Norte desde 2006, quando a doença foi detectada, informaram autoridades ambientais dos Estados Unidos.
		
			A cifra estimada anteriormente era de 1 milhão de mortes entre 2006 e 2009, dando a entender que, desde então, o fungo mortal tem se proliferado de forma preocupante.
		
			O...<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></description>
         <pubDate>Mon, 23 Jan 2012 17:00:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://bioloukos.webnode.com/news/fungo%20que%20ataca%20nariz%20amea%c3%a7a%20popula%c3%a7%c3%a3o%20de%20morcegos%20nos%20eua%20/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<div class="g-container story-body">
	<div class="bodytext">
		<div class="module ">
			<div class="image img-w304">
				<p style="text-align: center;">
					<img alt="Morcego com síndrome do nariz branco nos EUA morcego afetado pela sindrome do pó branco nos eua - Foto: Ryan von Linden/NYDEC" height="304" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2012/01/19/120119122732_morcego_doente_304x304_ryanvonlindennydec_nocredit.jpg" width="304" /></p>
				<p class="caption">
					Nariz esbranquiçado mostra que morcego foi afetado pelo fungo (Foto: Ryan von Linden/NYDEC)</p>
			</div>
		</div>
		<p class="ingress">
			Um fungo já tirou a vida de 5,7 milhões a 6,7 milhões de morcegos na América do Norte desde 2006, quando a doença foi detectada, informaram autoridades ambientais dos Estados Unidos.</p>
		<p>
			A cifra estimada anteriormente era de 1 milhão de mortes entre 2006 e 2009, dando a entender que, desde então, o fungo mortal tem se proliferado de forma preocupante.</p>
		<p>
			O fungo, <em>Geomyces destructans</em>, ainda é pouco conhecido dos cientistas e causa uma doença chamada de "síndrome do nariz branco" (ou WNS, white nose syndrome, em inglês), por deixar um aro de pó branco sobre o nariz dos morcegos infectados.</p>
		<p>
			Doentes, os morcegos passam a se comportar de maneira errática: despertam durante seu período de hibernação no inverno e morrem de frio ou fome ao empreender voos em busca de insetos.</p>
		<p>
			A síndrome foi detectada pela primeira vez em uma caverna em Albany, no Estado de Nova York, e desde então se espalhou para 16 Estados do noroeste e do sul dos EUA, além de quatro províncias canadenses.</p>
		<h2>
			Impacto nos humanos</h2>
		<p>
			Biólogos explicam que o declínio dos morcegos pode ter impacto para os seres humanos. Isso porque a desaparição dos animais faz com que aumentem as populações de insetos dos quais os morcegos se alimentam, com potenciais consequências para o preço de alimentos e da madeira caso seu cultivo seja afetado por pragas mais intensas.</p>
		<p>
			Um estudo publicado na revista <em>Science</em> estimou, considerando as projeções de 2009 sobre a expansão da síndrome do nariz branco, que 1,3 mil toneladas métricas de insetos danosos aos cultivos não foram consumidas nos últimos três anos por conta na redução da população de morcegos.</p>
		<p>
			Preocupa o fato de a síndrome do nariz branco ter uma mortalidade tão elevada - em algumas cavernas, o fungo causou a morte de 99% dos morcegos.</p>
		<p>
			O alto número de morcegos mortos "mostra a gravidade da ameaça da síndrome do nariz branco, assim como o alcance do problema", afirmou Dan Ashe, diretor do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, que está monitorando os animais.</p>
		<p>
			"Os morcegos contribuem com a economia americana por controlarem pestes naturais em plantações e bosques, e têm um papel essencial ao ajudar a controlar insetos que podem transmitir doenças."</p>
		<p>
			"Em Estados como Nova York e Vermont e o sul de Ontário (Canadá), antecipamos que mais de 90% da população geral (de morcegos) será impactada", advertiu Jeremy Coleman, coordenador nacional de combate a doenças do Serviço de Pesca e Vida Selvagem.</p>
		<h2>
			Estimativas</h2>
		<p>
			As cifras divulgadas pelo órgão foram compiladas a partir de dados de biólogos locais e de modelos matemáticos, para projetar as mortes de morcegos em áreas afetadas pelo fungo.</p>
		<p>
			Como os morcegos são difíceis de serem vistos e contados, os especialistas contaram com a ajuda de fotografias. "Os morcegos de Indiana, por exemplo, podem se reunir em grupos de até 300 em 1 metro quadrado. Assim, podem ser contados de forma muito mais precisa (por meio de) imagens digitais", explicou Coleman.</p>
		<p>
			A esperança dos cientistas se concentra em algumas colônias ilhadas de morcegos no nordeste dos EUA, que estão saudáveis e não parecem ter sido afetadas pelo fungo.</p>
		<p>
			Ainda assim, o avanço da doença supera todas as previsões. Para Mollie Matteson, da ONG norteamericana Centro de Diversidade Biológica, "as novas estimativas evidenciam o fato de que temos que fazer mais para monitorar a expansão da síndrome o mais rápido possível".</p>
	</div>
</div>
<p>
	Fonte:<a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/01/120119_fungo_mocergo_pai.shtml" target="_blank">www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/01/120119_fungo_mocergo_pai.shtml</a></p>
<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Cientistas descobrem espécies em respiradouro de vulcão sob o Índico]]></title>
         <link>http://bioloukos.webnode.com/news/cientistas%20descobrem%20especies%20em%20respiradouro%20de%20vulc%c3%a3o%20sob%20o%20indico/</link>
         <description><![CDATA[
	Pesquisadores da Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha, capturaram imagens impressionantes em um dos pontos mais inóspitos do fundo do Oceano Índico.

	As imagens, capturadas com a ajuda de um robô na Cadeia de Montanhas Submarinas do Sudoeste Índico, foram feitas enquanto os cientistas pesquisavam as aberturas de vulcões submarinos, no fundo do oceano.

	Descobertos em 1977, estes respiradouros hidrotermais são fissuras no fundo do oceano que expelem água muito quente, rica em...<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></description>
         <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 18:20:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://bioloukos.webnode.com/news/cientistas%20descobrem%20especies%20em%20respiradouro%20de%20vulc%c3%a3o%20sob%20o%20indico/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p class="ingress">
	<strong>Pesquisadores da Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha, capturaram imagens impressionantes em um dos pontos mais inóspitos do fundo do Oceano Índico.</strong></p>
<p>
	As imagens, capturadas com a ajuda de um robô na Cadeia de Montanhas Submarinas do Sudoeste Índico, foram feitas enquanto os cientistas pesquisavam as aberturas de vulcões submarinos, no fundo do oceano.</p>
<p>
	Descobertos em 1977, estes respiradouros hidrotermais são fissuras no fundo do oceano que expelem água muito quente, rica em minerais. Apesar das temperaturas altíssimas, estas áreas podem abrigar ecossistemas variados.</p>
<p>
	A equipe de cientistas britânicos se concentrou nas aberturas do sudoeste índico porque esta cadeia está ligada à Cadeia de Montanhas do Oceano Atlântico e à Cadeia Central Índica, locais onde a vida marinha já foi bem documentada.</p>
<div class="module ">
	<div class="image img-w304">
		<p style="text-align: center;">
			<img alt="Imagem capturada por robô submarino (Cortesia: Universidade de Southampton)" height="171" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/12/28/111228143843_indianvents1304.jpg" width="304" /></p>
		<p class="caption" style="text-align: center;">
			Cientistas usaram robô submarino para capturar imagens (Cortesia: Universidade de Southampton)</p>
	</div>
</div>
<p>
	Nesta nova pesquisa, os cientistas da Universidade de Southampton encontraram moluscos, crustáceos, mexilhões e outras criaturas. Em seguida, eles compararam estas criaturas com as encontradas em respiradouros vulcânicos de cadeias submarinas vizinhas.</p>
<p>
	"Eu esperava (encontrar por) lá algumas semelhanças com o que sabemos do Atlântico, e algumas semelhanças com o que sabemos das aberturas do Oceano Índico, mas também encontramos animais que não são conhecidos em nenhuma daquelas áreas, e isto foi uma grande surpresa", disse o professor Jon Copley, pesquisador-chefe do projeto.</p>
<h2>
	Encruzilhada</h2>
<p>
	A área pesquisada pelos cientistas é diferente das outras, pois tem menos atividade vulcânica do que outras cadeias submarinas, com menos respiradouros.</p>
<p>
	Para capturar as imagens, os pesquisadores usaram um robô submarino chamado Kiel 6000, do Instituto de Ciências Marinhas de Leibniz, na Alemanha. As descobertas do robô surpreenderam os cientistas.</p>
<p>
	"Este lugar é uma verdadeira encruzilhada em termos de espécies de respiradouros no mundo todo", disse Copley.</p>
<p>
	"Uma (das descobertas) foi um tipo de caranguejo yeti. Existem atualmente duas espécies descritas de caranguejo yeti conhecidas no Oceano Pacífico, e (esta última descoberta) não é como as outras, mas é o mesmo tipo de animal, com braços longos e cabeludos", afirmou.</p>
<div class="module ">
	<div class="image img-w304">
		<p style="text-align: center;">
			<img alt="Imagem capturada por robô submarino (Cortesia: Universidade de Southampton)" height="171" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/12/28/111228143852_indianvents2304.jpg" width="304" /></p>
		<p class="caption" style="text-align: center;">
			Pesquisadores encontraram espécies desconhecidas</p>
	</div>
</div>
<p>
	"Também (encontramos) alguns pepinos-do-mar, desconhecidos dos respiradouros do Atlântico ou da Cadeia Central Índica, mas conhecidos no Pacífico."</p>
<p>
	"Temos ligações com várias partes diferentes do mundo aqui", disse o cientista.</p>
<h2>
	Diversidade</h2>
<p>
	A diversidade das criaturas encontradas também surpreendeu os cientistas.</p>
<p>
	"Em muitos outros campos com respiradouros, nesta zona quente, você encontra animais que frequentemente são de apenas um tipo: na Cadeia do Atlântico é apenas camarão. Mas aqui vimos três ou quatro ao mesmo tempo", disse Copley.</p>
<p>
	As descobertas devem ajudar os pesquisadores a descobrir mais sobre como as criaturas se movem de abertura em abertura. Estes respiradouros têm vida curta e, se as criaturas que habitam a área não tiverem a habilidade de se mover de um sistema para outro, a vida nestas regiões seria extinta.</p>
<div class="module ">
	<div class="image img-w304">
		<p style="text-align: center;">
			<img alt="Imagem capturada por robô submarino (Cortesia: Universidade de Southampton)" height="171" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/12/28/111228143855_indianvents3304.jpg" width="304" /></p>
		<p class="caption" style="text-align: center;">
			Diversidade de espécies surpreendeu cientistas</p>
	</div>
</div>
<p>
	Apesar destas descobertas, os pesquisadores temem pelo futuro da região.</p>
<p>
	A China conseguiu uma licença para explorar o potencial de mineração destes respiradouros, concedida pela Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA, sigla em inglês), entidade que regula a exploração nos oceanos.</p>
<p>
	"Seria muito prematuro começar a perturbar (as espécies da região) antes de descobrirmos totalmente o que vive lá", afirmou o cientista.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Fonte:<a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111228_pesquisa_vulcoes_submarinos_fn.shtml" target="_blank">www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111228_pesquisa_vulcoes_submarinos_fn.shtml</a></p>
<p>
	<object data="http://www.bbc.co.uk/emp/worldwide/player.swf" height="200" type="application/x-shockwave-flash" width="250"><param name="movie" value="http://www.bbc.co.uk/emp/worldwide/player.swf" /><param name="quality" value="high" /><param name="wmode" value="default" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="playlist=http://www.bbc.co.uk/portuguese/meta/dps/2011/12/emp/111228_respiradouros_mar_video_fn.emp.xml&amp;config=http://www.bbc.co.uk/worldservice/scripts/core/2/emp_jsapi_config.xml?200&amp;config_settings_showPopoutButton=true&amp;config_settings_displayMode=standard&amp;config_settings_autoPlay=false&amp;domId=emp-14709408&amp;config_settings_showFooter=false&amp;config_settings_language=pt&amp;embedReferer=http://www.bbc.co.uk/portuguese/topicos/ciencia_e_tecnologia/&amp;relatedLinksCarousel=true&amp;messagesFileUrl=http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/3/vocab/pt.xml&amp;embedPageUrl=http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111228_pesquisa_vulcoes_submarinos_fn.shtml&amp;config.plugins.fmtjLiveStats.pageType=t2_eav2_Started&amp;showShareButton=true&amp;uxHighlightColour=0xff0000&amp;config_settings_autoPlay=false" /><embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="playlist=playlist=http://www.bbc.co.uk/portuguese/meta/dps/2011/12/emp/111228_respiradouros_mar_video_fn.emp.xml&amp;config=http://www.bbc.co.uk/worldservice/scripts/core/2/emp_jsapi_config.xml?200&amp;config_settings_showPopoutButton=true&amp;config_settings_displayMode=standard&amp;config_settings_autoPlay=false&amp;domId=emp-14709408&amp;config_settings_showFooter=false&amp;config_settings_language=pt&amp;embedReferer=http://www.bbc.co.uk/portuguese/topicos/ciencia_e_tecnologia/&amp;relatedLinksCarousel=true&amp;messagesFileUrl=http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/3/vocab/pt.xml&amp;embedPageUrl=http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111228_pesquisa_vulcoes_submarinos_fn.shtml&amp;config.plugins.fmtjLiveStats.pageType=t2_eav2_Started&amp;showShareButton=true&amp;uxHighlightColour=0xff0000&amp;config_settings_autoPlay=false" height="200" src="http://www.bbc.co.uk/emp/worldwide/player.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="640"></embed></object></p>
<br />
Obrigado por assinar nosso RSS <br /><br />
<br /><br />
Para ler mais acesse nosso site http://bioloukos.webnode.com]]></content:encoded>
      </item>
   </channel>
</rss>
